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As fases das empresas, a pesquisa e os investimentos

Cristina Panella Newsletters

Curiosa a sina da área de Pesquisa de Mercado e Opinião: quando perguntados sobre o que fazemos, que profissão exercemos, deparamo-nos, na maioria das vezes com um olhar admirado que indica uma certa fascinação por essa categoria de pessoas à qual pertencemos, que trabalham com dados, produzem conhecimento e, simultaneamente, têm a reputação de exercer uma atividade muito cara.

Não há empresa pequena o suficiente para prescindir dos serviços que podem ser oferecidos por profissionais de pesquisa em função dos (imaginados) custos envolvidos ou grande o suficiente para acreditar que já domina tudo e não precisa mais de serviços dessa área.

O preço – real ou imaginado – dos serviços especializados, no caso de empresas pequenas ou médias, é sempre proporcional não somente aos objetivos mas também aos recursos de que dispõe a empresa. Isso não significa, em absoluto, que hajam “pesquisinhas” ou “grandes pesquisas”. Simplesmente existem pesquisas adequadas, realizadas dentro de um limite claro e com um alcance também muito bem desenhado.

Nas grandes empresas, a questão tampouco é preço mas como otimizar as diferentes pesquisas realizadas, sob coordenação de diferentes áreas, com metodologias distintas. Nessa hora, antes mesmo de lançar um novo campo de pesquisa, deve-se recorrer a um consultor experiente que consiga, mediante um estudo metodológico, organizar os dados existentes de forma a investir na coleta daqueles que ainda faltam para que a visão completa seja alcançada.

Pequenas, medias e grandes empresas tem por objetivo fortalecer a marca e, assim fazendo, obter melhores resultados. Mesmo correndo o risco da simplificar em demasia, recorremos à uma analogia: assim como um triciclo convém a uma criança, uma ciclomotor a um jovem e um carro a um adulto, instrumentos diferentes serão utilizados segundo a dimensão da empresa mas sempre com o mesmo objetivo: de chegar mais adiante.

A pesquisa contribui decisivamente para o posicionamento claro das empresa – pequenas, medias e grandes, posicionamento esse que é sempre desenhado a partir do campo de forças que compõe o cenário concorrencial. E esse “image share” raramente coincide com o “market share” nosso velho conhecido. Essa diferença, esse “gap” representa uma oportunidade única de crescimento para as pequenas e médias empresas, enquanto as grandes deverão lutar para manter suas posições.

Por essa razão, as pequenas e médias empresas devem investir em estudos que possam, mais do que efetuar diagnósticos, identificar nichos ainda pouco explorados.

Você verá que o preço deixará de ser o primeiro obstáculo! A adequação das técnicas aos seus objetivos e a obtenção de conhecimento sustentado virá sempre em primeiro lugar.

Vamos conversar mais sobre isso?

 

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Breve apresentação da Cristina Panella Planejamento e Pesquisa. Venha tomar um café para conversarmos sobre suas necessidades.

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